O yod, também chamado de dedo do destino, é composto por dois planetas separados por 60 graus (sextil) que, ao mesmo tempo, formam quincúncio de 150 graus, cada um, com um terceiro planeta. Os três pontos ligados desenham um triângulo isósceles longo e estreito, e o planeta apontado pelos dois quincúncios é a "ponta do dedo" da configuração.
Como o quincúncio já carrega aquele sabor desconfortável que pede ajuste, o yod costuma ser lido como uma lição destinada a ser encarada e integrada: a área do planeta da ponta costuma dar a sensação de ser empurrada repetidas vezes à sua frente e, ao mesmo tempo, de não se saber bem como lidar. Muitas falas o associam a "missão especial" e "virada de vida", com um tom meio fatalista. É bem raro, por isso, quando aparece, costuma receber atenção especial.
O acima é uma leitura cultural de uma configuração astrológica e não constitui profecia de destino. Apenas para entretenimento e interesse cultural.